Blog do Coração
Por Mônica Schiaschio
Sim, é isso mesmo que você leu... pode soar estranho fazer uma pergunta dessas supondo que, se você está de fato lendo esse artigo, como pode não estar vivo(a)? Então, vamos aprofundar um pouquinho mais essa questão, pra você entender onde eu quero chegar. O que garante a condição de estar vivo(a)? Alguém que respira está vivo? Alguém que se alimenta está vivo(a)? Alguém que trabalha e se relaciona está vivo(a)? Certamente sim. Mas o que garante a condição de se sentir vivo(a)? Ah... daí a resposta já não é tão óbvia assim! Observo nos meus atendimentos e na minha vida cotidiana que a grande maioria das pessoas vive hoje o que eu chamo de condição zumbi... correndo atrás de um monte de coisas que nem elas mesmas sabem porque, andando por aí sem brilho no olho, dando importância a coisas e pessoas que não são contribuição, arrastando correntes de mágoas e traumas, enfim, abrindo mão da sua luz e do seu real poder. Há décadas direcionamos nossos bens mais preciosos nos dias de hoje (que considero ser tempo e energia) para construir uma vida que em muito pouco (e às vezes em nada) contribui para expandir a sua consciência, atender os anseios da sua alma e ser solução no mundo. Por conta do estilo de vida cheio de distorções que se estruturou desde a Revolução Industrial fomos cada vez mais nos afastando de tudo aquilo que é capaz de nos manter verdadeiramente vivos(as): conexão com a natureza, conexão com nossas necessidades de corpo e de alma (não de ego!), alegria, leveza, desfrute, tesão, propósito, permissão (pra realizar, errar, amar genuinamente, e tantas outras coisas). Assim, nessa inversão de valores, sustentamos trabalhos e carreiras que não nos trazem satisfação nem realização; alimentamos relacionamentos insatisfatórios (e muitas vezes, tóxicos); agredimos nossos corpos com hábitos alimentares ruins e a ausência de práticas salutares; encontramos todo tipo de fuga e muletas para não olharmos para as nossas dores, feridas e sombras e podermos superá-los/integrá-los; esquecemos que somos parte integrante da natureza e de seus ciclos e nos segregamos dela e dos que a habitam (incluindo a nós mesmos!); mantemos nossa agenda tão cheia a ponto de chegarmos à exaustão e não haver espaço para a contemplação, elaboração, integração; nos alienamos da nossa essência, da nossa autenticidade, da nossa verdade, dos nossos direitos divinos. Portanto, o que estamos tratando aqui não é apenas de ESTAR vivo(a) (por que isso, todos(as) estamos, indubitavelmente), mas sim de se SENTIR vivo(a) – e existe uma diferença IMENSA entre uma coisa e outra. Agora volto à pergunta: você está verdadeiramente vivo(a) ou está apenas existindo e cumprindo agendas que em nada nutrem teu corpo, tuas emoções, tua mente, teu espírito? Te deixo o convite para estar comigo nas próximas quatro semanas, quando trarei reflexões mais aprofundadas sobre esses quatro pilares que compõem o nosso ser e que nos fazem sentir vivos(as) de verdade, quando direcionamos atenção a cada um deles. Vem comigo?
Mônica Schiaschio
Um pouquinho sobre mim: desde que me entendo por gente me reconheço como uma buscadora, sempre tentando enxergar e desvendar os mistérios da vida e do próprio ser humano, olhando pra dentro, identificando pontos onde posso transmutar coisas que me impedem de viver a minha verdade, expandindo minha consciência por meio de estudos, terapias, práticas, viagens e vivências. Sempre tive a dança e o corpo como pontos norteadores dessa senda. Em 2016, pós quase 20 anos atuando no mercado corporativo, na área de marketing, turismo e eventos, tomei a decisão de atender ao chamado da minha alma e me dedicar à área de desenvolvimento humano, auxiliando as pessoas que também estão buscando respostas para viver os seus processos de cura e de expansão sob uma ótica universalista e benevolente. Acredito num novo mundo e acho que ele só existirá quando cada ser trilhar a sua jornada pessoal com desprendimento, coragem e verdade (eu sigo trilhando a minha!). Hoje sou especialista em bem-estar, formada e iniciada em diversas egrégoras e estudos, dentre eles terapêutica tântrica pelo Centro Metamorfose – Universidade da Nova Sexualidade Humana, massagem ayurvédica pelo Centro Shiri Vivek Yoga Brasil, terapias energéticas para o despertar da energia do sagrado feminino pelo Método Miranda Gray de Womb Blessing, oraculista pela Escola Andarilhos do Tempo, e Teoria e Práticas em Cuidados Integrativos pela UNIFESP (Universidade Federal do Estado de São Paulo). Idealizadora da Pluralia Vida e Movimento, além de praticante de danças diversas, yoga, meditação, apometria, constelações sistêmicas, haka e tantas outras terapias energéticas, corporais e espirituais.
Instagram: @monica.schiaschio | Contato: 11 99465-3288